Capital de giro e conta garantida
Operações renovadas sucessivamente, em que os encargos costumam se acumular ao saldo devedor.
A BM Advocacia Bancária é dedicada a empresas que carregam dívidas com instituições financeiras. Analisamos os contratos, examinamos os encargos aplicados e conduzimos a discussão da dívida — pela via negocial ou judicial, conforme o caso exigir.
Cédula de Crédito Bancário — capital de giro
Exemplo ilustrativo dos pontos verificados na leitura de um contrato.
Cada modalidade de crédito tem estrutura contratual e encargos próprios. O ponto de partida do trabalho é sempre a leitura do instrumento assinado.
Operações renovadas sucessivamente, em que os encargos costumam se acumular ao saldo devedor.
Limites rotativos com taxas próprias, em que a composição do saldo exige verificação detalhada.
Antecipação de recebíveis, desconto de duplicatas e operações com coobrigação da empresa.
Financiamento de bens, arrendamento mercantil e contratos com alienação fiduciária ou aval.
“A dívida que o banco apresenta é um número. O contrato que a originou é um documento — e documentos se leem.”
BM Advocacia BancáriaUma dívida bancária não é apenas um número informado pelo banco: ela é o resultado da aplicação de cláusulas contratuais ao longo do tempo. Ler esse contrato é o que permite entender como o saldo foi construído e quais pontos comportam discussão jurídica.
Taxas, prazos, garantias e encargos previstos no instrumento assinado pela empresa.
Como os encargos foram efetivamente aplicados nos extratos e na evolução do saldo devedor.
Divergências entre o contratado e o cobrado são o que fundamenta uma eventual revisão.
Até onde vão a garantia real, a alienação fiduciária e a responsabilidade pessoal dos sócios.
Passe a lupa sobre o documento. O que para a empresa é uma página de cláusulas, para o escritório é uma lista de pontos a conferir.
Contratos, aditivos, renovações e as comunicações trocadas com o banco.
Como o saldo devedor evoluiu mês a mês e o que entrou nessa conta.
Juros, capitalização, tarifas, seguros e encargos de inadimplemento.
O que a garantia cobre e até onde vai a responsabilidade dos sócios.
Negociação ou medida judicial — a decisão vem depois da leitura, nunca antes.
Acompanhamento das tratativas ou do processo, com a empresa informada a cada etapa.
Cada empresa chega com uma composição de dívidas diferente. O trabalho começa por entender a estrutura do passivo antes de definir qualquer estratégia.
Nem todo caso comporta medida judicial, e nem todo caso se resolve por negociação. A escolha da via depende dos contratos e da situação da empresa.
Levantamento de todos os contratos bancários da empresa, dos extratos e da composição atual do saldo devedor. É o diagnóstico que precede qualquer decisão sobre o caminho a seguir.
Exame das cláusulas de juros, da capitalização de encargos, das tarifas vinculadas e dos encargos de mora, para identificar pontos que comportem discussão jurídica à luz da legislação e da jurisprudência aplicável.
Condução técnica das tratativas com as instituições financeiras, com fundamento na análise contratual já realizada e considerando a capacidade real de pagamento da empresa.
Atuação em ações de execução, ações de busca e apreensão e demais medidas propostas por instituições financeiras, além do ajuizamento das medidas cabíveis quando a via judicial se mostrar necessária.
Três perguntas para separar os documentos certos. Nada é enviado automaticamente — ao final, você decide se quer falar com o escritório.
Qual é o principal tipo de dívida da empresa?
Como está a situação hoje?
Com quantas instituições financeiras?
Esta triagem serve apenas para organizar documentos. Não constitui consulta jurídica, análise do caso nem qualquer estimativa de resultado — isso depende da leitura dos contratos.
Um percurso previsível, para que a empresa saiba em que etapa está e o que vem a seguir.
Conversa para entender o porte da empresa, as instituições envolvidas e a situação atual do passivo. Nada é decidido aqui — o objetivo é dimensionar o caso.
Contratos, aditivos, extratos e comunicações do banco são reunidos e organizados por operação, para que cada dívida possa ser lida separadamente.
Leitura técnica do material, com apresentação dos pontos identificados e dos caminhos possíveis — inclusive quando o caminho é não fazer nada.
Definida a estratégia com a empresa, o escritório conduz a negociação ou a medida judicial cabível, mantendo a empresa informada a cada etapa.
Não. A possibilidade de discussão depende do que consta no contrato assinado e de como os encargos foram efetivamente aplicados. Por isso a análise documental antecede qualquer orientação: sem ler o contrato, não é possível afirmar se há fundamento para revisão.
Não. A análise pode ser feita com o contrato em curso e adimplente. Empresas que percebem o crescimento do custo do crédito costumam procurar orientação antes que a situação se agrave.
Em regra: os contratos e aditivos de cada operação, os extratos da conta e das operações de crédito, e as comunicações recebidas da instituição financeira. Documentos adicionais podem ser solicitados conforme a modalidade contratada.
Sim. A atuação alcança todo o território nacional, com atendimento remoto para reuniões e envio de documentos, e acompanhamento processual nos foros competentes.
Varia conforme a via adotada e a complexidade do passivo. Tratativas negociais e medidas judiciais têm dinâmicas e prazos distintos, e nenhuma delas comporta previsão de resultado. O escritório informa o andamento e as expectativas realistas de cada etapa.
Descreva a situação do passivo da empresa e o escritório retornará para orientar sobre os documentos necessários à análise.